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12 jul 2019

Entidades do ecossistema se unem para definir o futuro da inovação capixaba

Com o engajamento do Governo, de instituições de fomento, líderes empresariais e representantes de instituições de ensino, a Mobilização Capixaba pela Inovação (MCI) une forças em uma ação jamais vista, que tem o objetivo de criar a ambiência necessária para o estímulo da inovação, pública e privada, e a indução de um novo ciclo econômico para o Estado.

Segundo o vice-presidente do Sistema Findes, Luciano Raizer, o grande destaque da mobilização está na ação conjunta. “Colocamos na mesa empresários, instituições de ensino e de pesquisa, e o governo para definirmos juntos as principais ações de inovação do Estado. Atores fundamentais para construirmos um ecossistema inovador”.

O diretor administrativo do Sebrae-ES, Luiz Henrique Toniato, também está envolvido no projeto e acrescentou que a estratégia deve ampliar a efetividade das políticas de apoio à inovação por meio da interlocução construtiva e duradoura entre a iniciativa privada, academia e o setor público.

Consolidação do Ecossistema de Inovação do ES

A Fundação Certi, uma importante entidade reconhecida internacionalmente no auxílio aos ambientes de inovação do Brasil, foi contratada para planejar o ecossistema e a trilha de inovação do Espírito Santo. O objetivo é definir as estratégias para o fortalecimento do ecossistema a partir da interação dos atores e mecanismos, resultando no estabelecimento do plano capixaba de inovação.

Durante esse processo, já foram discutidos desafios e perspectivas de uma atuação mais integrada, com identificação de pontos positivos e gargalos da Trilha de Inovação. Também foram decididas as áreas e os setores de oportunidade para o Ecossistema de Inovação da Grande Vitória, que representa a primeira fase deste projeto, e que futuramente será estendido a todo Estado. Com base nele, quatro áreas foram priorizadas e estão sendo criados plano de trabalhos específicos.

Para Raizer, o que o Espírito Santo vive é um momento único. “Definimos como áreas prioritárias: Logística, TIC, Materiais e Economia Criativa e estamos organizando um plano de voo para os 4 eixos estratégicos. O setor de Materiais envolve boa parte da nossa indústria, a área de Logística é interesse das grades empresas e seremos originais nesse tema no país, inclusive com potencial de atrairmos talentos e as melhores empresas do ramo e, a área de Economia Criativa se destaca pela conexão com vários setores. Além disso, o setor de TIC é transversal e abre oportunidades de mobilizarmos uma nova matriz econômica para o Estado. Foi uma decisão madura, usando metodologias bem estruturadas e que usou indicadores de potencial, competência e tendências”, explicou.